PALAVRAS QUE VÊM E QUE FALTAM...
Pesos das palavras tiraram tudo o que me fez ver, que não tinha nada.
Duras palavras que penetraram meu peito rasgar na dor sombria,
Não me perdôo por acreditar na palavra...
Chego a me sentir apunhalada por mim... Acreditei na amiga, acreditei no
Homem que me jurou a verdade.
Pior jurou-me amor.
Enquanto os sopros chegavam pedindo para tomar cuidado.
Sopros que me calaram de medo...
Áspera injustiça da derrota merecida.
Como pude estar tão entorpecida neste sentir, nesse amor que me tomou.
Como pude ver as estrelas andar sobre nuvens e acreditar na musica vinda de sua
Voz...
Amei, mas amei com toda minha alma e meu querer...
Lutei, pela distancia, com o medo, com o silêncio e com os desejos a mim negados.
Sofri por cada dor sua, por cada sonho seu, por cada desejo em ver-te tomar a vida.
Pedi, implorei a D’us, que olhasse por esse sentimento que trouxe até mim...
Para nunca deixar parti.
Fui humilde, chata e infantil, chorei demais, passei noites olhando o fim querendo
Sempre recomeçar.
Disse-te adeus inúmeras vezes, na eloqüência do ciúme.
E sempre sem mesmo saber ao certo o quanto merecia um ato de “amor” para acalentar
Esse coração nos fizesse claros e unidos aos olhos do mundo.
Mas sempre acreditando nas palavras da boca do amor, entendia e chegava buscar
forças Para ser como você queria.
O tempo crucificou o sobreposto. Nasce o sol, me olho e os sopros sempre presentes fazendo a dor no meu peito.
Para que?Por quê? Eu?
Sou minha verdade, meu jeito certo no incerto, mas onde construída em acreditar
Na palavra imbuída de amor.
Acreditar na amizade por mais distante a passar minha vida.
Sou intensa em tudo, risonha para o mundo, amante da natureza, mulher cheia de
sonhos
E fantasias ainda me encontram menina.
Levo o respeito e minha fé comigo, busco esperança em cada ser que se pronuncia...
Não quero o mal, nem busco cultivar rivalidade e nem disputar para preencher-me do
Ego.
Se me vejo cheia demais me esvazio e depois me preencho de bons sentimentos,
Do novo do sempre da simplicidade de viver e ser feliz.
Não julgo aqueles que me ferem... Não nego o buraco que me fazem na alma.
Sou humana.
O que dei e dou não me levam a mais dor, porque tudo que faço ciente que foi com
amor.
Nunca sei se um dia vou entender se terei as respostas, mas mereço ser respeitada
Pelo menos por mim.
Viverei, levantarei e vou renascer para aprender de novo como amar e ser amada.
Não mudarei-me em nada... Serei intensa, menina sorrindo para o mundo.
Cantando poesia, buscando a essência divina de cada ser.
Assim continuo a plantar em meu jardim!
Adriana Leal
04/12/2011
15:15hr
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